10 novembro 2011

finding emo.

(vamos ignorar o trocadilho parvalhão que acabei de fazer).

Hoje está um belo dia de Sol em Coimbra, que nos permite observar melhor as consequências da Coimbration (na Califórnia, foi Californication). É um efeito evidente, que neste momento me faz rir, mas outrora não fora tão risonho e familiar.
Quero dizer à minha amiga Ana, que também faço maratonas, e há músicas de há anos atrás que me dão energia para o dia inteiro. Arcade Fire, por exemplo, têm esse efeito. Também lhe quero agradecer o facto de me ter introduzido ao Emo, que como eu dizia "Era disto que eu precisava e que estava em mim, mas não conhecia". Hoje, vou-vos mostrar, ou lembrar uma música (para quem já conhece), que não me deu energia, mas que me fez sentir acompanhada na solidão, na voz da minha queria Jenny Lewis.
Lamento o efeito depressivo que possa causar, mas é de mencionar o acto de coragem que é dar de si e da sua biografia à música. Isto foram as minhas manhãs, e é bom nostalgicar a dor que já não dói.

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Abracinhos.

2 comentários:

  1. "but the lows are so extreme that the good seems fucking cheap" - costumo pensar muito nisto, mas tento sempre pensar ao contrário. que isto vale tudo a pena, que as melhores partes sobrepõem-se às más.

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  2. Sim, mil vezes, e é essa a verdade. Cair neste tipo de buraco é que transfigura a visão das coisas. Já queriam os Doors limpar as portas da percepção, mas somos só humanos.
    Abracinho, human mate.

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